Realismo Mágico (e fantástico) no conto “Paisagem”, de Moacyr Godoy Moreira

Autores

  • Wilbett Oliveira Universo, RJ

DOI:

https://doi.org/10.56372/desleituras.v15i15.240

Palavras-chave:

Literatura, Realismo mágico, Fantástico, “Paisagem”, Conto, Moacyr Godoy Moreira, Sertão

Resumo

Neste ensaio analisaremos o conto “Paisagem”, de Moacyr Godoy Moreira, a partir do realismo mágico e do fantástico, com base nos aportes teóricos de Todorov, Chiampi e Eliade. A narrativa naturaliza o insólito por meio da incorruptibilidade do corpo de Germano e da agência simbólica da paisagem, especialmente da chuva e do rio, compreendidos como operadores de trânsito, ritual e memória. A morte é lida como dobra ontológica que reorganiza laços comunitários e percepção do real, reinscrevendo o sertão brasileiro como espaço simbólico em que o extraordinário constitui a própria experiência da realidade.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Wilbett Oliveira, Universo, RJ

Pós-Graduado em Literatura Brasileira (Universo, RJ). Pós-Graduado em Ensino de Filosofia e Sociologia (Faculdades Alfa, SP). Ensaísta, poeta e editor.

Downloads

Publicado

06/02/2026

Como Citar

Oliveira, W. (2026). Realismo Mágico (e fantástico) no conto “Paisagem”, de Moacyr Godoy Moreira. Desleituras, 15(15), 224–235. https://doi.org/10.56372/desleituras.v15i15.240