TOCANTINS – O SERTÃO, O RIO E A GÊNESE DE UM ESTADO: UMA JORNADA LITERÁRIA E HISTÓRICA
DOI:
https://doi.org/10.56372/desleituras.v14i14.216Palavras-chave:
Literatura Brasileira., Viagem ao Tocantins, Júlio Paternostro., Sertão, TocantinsResumo
Este artigo analisa a relação histórica, cultural e simbólica entre o Rio Tocantins e a formação da identidade regional que culminou na criação do Estado do Tocantins em 1988. Toma-se como referência a obra Viagem ao Tocantins (1945), de Júlio Paternostro, reconhecida como um marco literário e documental capaz de revelar as condições de vida no sertão e a resiliência das comunidades ribeirinhas. A pesquisa parte da contextualização do Brasil no século XX, período de intensas transformações no interior do país, para então examinar a importância das observações de Paternostro sobre a geografia, a navegação e a vida social da região. Utilizando revisão bibliográfica e método hipotético-dedutivo, o estudo destaca como a literatura funciona como instrumento de registro, denúncia e memória. Por fim, reflete-se sobre o papel simbólico das águas e do sertão na literatura brasileira, compreendidos como espaços de resistência, invenção e identidade nacional.
Downloads
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2025 desleituras Literatura Filosofia Cinema e outras artes

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
A revista Desleituras detém os direitos autorais dos textos que publica e adota a licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0), disponível em https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/.
Nos termos dessa licença, os leitores e usuários têm o direito de:
Compartilhar, copiar e redistribuir o material em qualquer meio ou formato, inclusive para fins comerciais.
Adaptar, remixar, transformar e criar a partir do material para qualquer finalidade, inclusive comercial.
Esses direitos não podem ser revogados, desde que sejam respeitados os termos da licença, que incluem:
Atribuição: é obrigatória a citação adequada da autoria e da fonte original da publicação, bem como a indicação da licença e de eventuais alterações realizadas no material. Essa atribuição deve ser feita de forma razoável, sem sugerir endosso da revista ou dos autores ao uso realizado.
Sem restrições adicionais: não é permitido aplicar termos legais ou medidas tecnológicas que restrinjam o exercício dos direitos concedidos pela licença.
Ressalvas
O cumprimento da licença não é exigido para elementos do conteúdo que estejam em domínio público ou cuja utilização seja permitida por exceções ou limitações previstas em lei.
A revista Desleituras não oferece garantias quanto ao uso do conteúdo publicado. A licença pode não abranger todas as autorizações necessárias para usos específicos, podendo existir outros direitos aplicáveis, como direitos de imagem, de privacidade ou direitos morais, que devem ser respeitados.
Se quiser, posso adaptar esse texto para um formato ainda mais enxuto, ou alinhar exatamente com o vocabulário usado pelo DOAJ ou por plataformas internacionais de indexação.